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Lili St. Crow - Série Estranhos Anjos

O amor é um campo de batalha. Alguém deseja loucamente matar Dru... E ela, cansada de tantos fantasmas, chupa-sangues e zumbis, agora está sendo caçada por um Nosferatu de quatrocentos anos que libertou seu exército de chupa-sangues sedentos. Mas, armada e perigosa, não vai se entregar sem lutar. Dru finalmente chegou à Schola Prima – lar da Ordem e base de treinamento em luta vampírica – e sua vida está prestes a ficar um pouco mais perigosa, pois Anna, uma nova svetocha de cabelos vermelhos, acaba de surgir. Com perversidade, ela comanda a Ordem como um fantoche e prefere matar Dru a ter que dividir os holofotes. Dru tem algo que Anna deseja, e seu nome parece ser Cristophe Reynard... De que maneira Dru pode confiar na proteção da Ordem, se sua líder não a quer por perto? Dru Anderson não tem medo do escuro, mas deveria. (TeD) Ebook3

Chega de bancar a boazinha! Pobre Dru. Seus pais se foram. Seu melhor e (está bem!) único amigo Graves foi mordido por um lobisomem. E ela acabou de saber que o sangue correndo em suas veias não é totalmente humano. Agora seu estranho e belo salvador, Christophe, a escondeu em uma Schola secreta para djamphir e lobisomens adolescentes. O problema é que ela é a única garota por ali. E sabe quais são as más notícias? O instinto assassino de Dru diz que um de seus colegas de escola quer vê-la morta. Com todos os olhares sobre ela, descobrir um traidor dentro da Ordem significaria muito mais do que suicídio social... (TeD) Ebook2

Meu pai? Um zumbi.
Minha mãe? Morreu faz tempo. Eu? Bem... essa é a parte assustadora.
O Mundo Real é um lugar apavorante. Basta perguntar para Dru Anderson, uma órfã de 16 anos — garota durona que já acabou com sua parcela de bandidos. Ela está armada, é perigosa e está pronta para atirar primeiro e perguntar depois. Então, vai levar um tempo até que ela possa descobrir em quem confiar...
Dru Anderson se acha estranha por mais tempo do que é capaz de se lembrar. Ela viaja de cidade em cidade com seu pai, caçando coisas que nos aterrorizam à noite. Era uma vida bem esquisita, mas boa — até que tudo explode em uma cidade gélida e arruinada de Dakota, quando um zumbi faminto arromba a porta da cozinha. Sozinha, aterrorizada e sem saída, Dru vai precisar de cada pedacinho de sua esperteza e treinamento para continuar viva. Seres sobrenaturais decidiram ser os caçadores — e desta vez, Dru é a presa. Chance de sobrevivência? De pouca a nenhuma. Se ela não durar até amanhecer, acabou a brincadeira...  
Dru não tem medo do escuro, mas deveria.
"Havia algo atrás daquela porta, algo com cheiro de ferro e escuridão fria, um arrepio gelado que subia pela espinha. Igual à sensação que tive naquela casa caindo aos pedaços na periferia de Chattanooga, meu primeiro trabalho com meu pai, bem depois que um poltergeist começou a atirar caquinhos de vidro com força suficiente para fincá-los em uma parede inacabada e estragada, fazendo sonzinhos que lembravam um beijo barulhento.
Ou como naquele vilarejo na Carolina do Sul, onde o chefão vodu local mandou zumbis atrás da gente, porque o meu pai estava acabando com seus negócios, quebrando os feitiços que o chefão estava lançando nas pessoas que se metiam nos seus assuntos ou que não lhe davam o que queria. Precisei usar cada tiquinho de contrafeitiço que a minha avó tinha me ensinado e umas coisinhas de nossos livros, para anular algumas daquelas pragas velhas e perversas. Meu pai perdeu muito sangue lutando contra os zumbis. Aquilo foi bem ruim.
Essa sensação era pior. Muito pior mesmo.
Não entra aí, eu queria dizer. Há coisa aí. Não faz isso.
Ele caminhou pelo corredor e o zumbido piorou tanto que chacoalhava tudo ao meu redor, o sonho escorrendo como tinta colorida em papel molhado e, conforme estava recuando, eu lutava para dizer alguma coisa, qualquer coisa, para alertá-lo.
Ele nem ao menos olhava para cima. Continuava andando na direção daquela porta, e o sonho fechava como as lentes de uma câmera, a escuridão engolindo tudo pelas bordas.
Ainda estava tentando gritar quando meu pai, bem devagar, ergueu a mão sem a arma, como um sonambulo, e girou a maçaneta. E a escuridão atrás da porta gargalhava, e gargalhava, e gargalhava..." (TeD) Ebook1
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